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23 de set. de 2012

Meios digitais serão segunda maior mídia em faturamento publicitário


Uma estimativa do instituto de pesquisa ZenithOptimedia prevê que os meios digitais deverão ser a maior mídia em faturamento publicitário este ano, perdendo apenas para a televisão.

Já uma pesquisa da Magnaglobal aponta que o investimento publicitário mundial nos meios online deve crescer 11,2% em 2012. Número menor que o registrado em 2011: 16,9%.

Os estudos integram o "Livro de Tendências da Mídia Global Digital 2012", publicado pela Word Newsmedia Network (WNMN), associação sem fins lucrativos com sede nos EUA e Reino Unido.

"Finalmente, internet, celulares e, logo, tablets vão desfrutar de um aumento nos gastos publicitários proporcional ao vasto uso que se faz deles", afirma Martha Stone, executiva da WNMN.

Com base nos últimos três anos, os dados também apontam que o uso de computadores de mesa está diminuindo, porém, o de tablets está crescendo. Nos EUA, por exemplo, a penetração dos aparelhos como iPad e Samsung Galaxy Tab deve alcançar 19% este ano, ante 10% em 2011.

"O aumento do uso de tablets, leitores digitais [e-readers] e celulares tem inspirado editores e anunciantes a repensar suas estratégias editoriais e de marketing", diz o estudo da WNMN.

O levantamento também mostra quais empresas mais faturam com propaganda on-line nos EUA. O Google lidera com US$ 12,7 bilhões. A disparidade do 2º e do 3º colocado em relação ao gigante das buscas chama a atenção. O vice-líder Yahoo faturou US$ 3,5 bilhões, já a rede de Mark Zuckerberg, apenas US$ 2,2 bilhões.


29 de mai. de 2012

Brasil já possui 253 milhões de celulares ativos

O Brasil fechou abril de 2012 com quase 253 milhões de linhas ativas na telefonia móvel e teledensidade de 129 acessos por 100 habitantes, de acordo com números divulgados pela Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações).
O número absoluto de novas habilitações (2,2 milhões) é o maior registrado em um mês de abril nos últimos 13 anos e representa um crescimento de 0,86% em relação a março de 2012. Os terminais 3G (banda larga móvel) totalizaram 54,3 milhões de acessos.
Em abril de 2012, a teledensidade avançou 0,79% (subiu de 128,00, em março de 2012, para 129,01). Há 26 Unidades da Federação que possuem índice superior a um acesso em serviço por habitante.

Marcas brasileiras são as que crescem mais rápido no Facebook

Uma pesquisa realizada pela SocialBakers revelou que as páginas brasileiras de marcas globais são que as que mais crescem no Facebook. Dentre as 10 primeiras no ranking, cinco são daqui, inclusive as quatro primeiras.

A que mais cresceu em 2011 foi a da bala Halls, que subiu 532 colocações, para o 3º lugar do ranking de páginas com mais fãs. A segunda foi a do chiclete Trident, que subiu 517 posições, para o 5º lugar.

Fato interessante destacado pela pesquisa é que das quatro marcas que mais cresceram, três pertecem à Kraft Foods Brazil (Halls, Trident e Chiclets). Ao perceber isso, resolveram estudar o comportamento das marcas no Facebook e descobriram que as três falam diretamente para o público jovem, tanto no jeito de se comunicar, como no design (apostam muito nas cores).

A Chiclets criou sua página no Facebook em abril 2010 e, do ano passado para cá, o número de fãs aumentou 1.050 vezes (a goma de mascar possui 1,3 milhão de fãs brasileiros). Acredita-se que a marca conseguiu este feito interagindo com os usuários, postando fotos, fazendo perguntas e realizando promoções em sua página.

Tendo em mente que 60% dos brasileiros no Facebook são jovens (32% tem entre 18-24 anos e 28% tem entre 25-34 anos), tanto a Halls quanto a Trident também apostam na comunicação e mesclam suas marcas com os principais interesses da moçada, como: música, esportes, namoro, festas, cinema, entre outros. A Halls até criou um horóscopo baseado nos diferentes sabores da bala.

"As pessoas jovens precisam se identificar com seus modelos como músicos e descobrirem suas personalidades e interesses, e é exatamente por isso que essas duas marcas estão na lista das dez que mais cresceram", concluiu a pesquisa.

Redação Adnews



44% dos internautas dependem das redes sociais para manter amizades

Nesta quinta-feira, 17, é celebrado o Dia Mundial da Internet e a Norton, da Symantec, divulgou um estudo que mostra como as pessoas atuam na rede no Brasil.

O brasileiro passa em média 30 horas semanais conectados, número superior ao global, que é de 24 horas, segundo dados do 
Norton Cybercrime Report 2011. Paralelamente, 39% dos entrevistados no País diz que precisa da internet para realizar as suas atividades diárias e 44% perderiam o contato com os seus amigos sem as redes sociais, ou seja, utilizam a internet para manter e resgatar seus contatos.

Somado a este contexto, a popularização dos celulares e tablets também contribui para a amplitude do acesso e compartilhamento dos conteúdos online. O Brasil já ultrapassou a barreira de 250 milhões de aparelhos móveis, isto é, em média, cada brasileiro possui mais de 1 equipamento. E, assim, como a internet está em qualquer lugar, as ameaças virtuais também estão por toda a parte e de diversas formas. A mais comum é o roubo de dados pessoais, com 28%, seguida pelo mapeamento/rastreamento do usuário, com 25%, segundo o último estudo da Symantec Internet Security Threat Report.

O número de armadilhas móveis difundidas por hackers aumentou drasticamente em um ano: de 163, em 2010, para 315, em 2011. Porém, diante destas incursões maliciosas, apenas 14% dos aparelhos estão imunizados com aplicativos de segurança, sendo que 36% dos usuários de plataforma móveis acessam à internet pelo aparelho, ou seja, mais suscetíveis aos perigos virtuais.

“A internet abriu possibilidades para que as pessoas se mantenham informadas e conectada, além de facilitar o dia a dia. Porém, infelizmente, também abriu precedentes para que cybercriminosos atuem de formas variadas com a finalidade de roubar dados, senhas, documentos e fotos”, ressalta a especialista em comportamento digital da Norton, Juliana Nemer.

Marcas crescem mais rápido no Google+ do que no Twitter

A Socialbakers divulgou nesta terça-feira, um comparativo entre o crescimento das marcas que atuam no Google+ e no Twitter. O experimento mostra que o primeiro grupo colhe resultados bem mais rapidamente do que o segundo.
A página da PlayStation, primeira das que mais crescem no Google+, por exemplo, apresentou alta de 79% na quantidade de seguidores no último mês. Já a H&M, primeira no Twitter, cresceu apenas 9% durante o mesmo período.
Por outro lado, enquanto 566,9 mil pessoas acompanham a PlayStation na rede social do Google, 1,1 milhão de internautas seguem os tweets da H&M - ou seja, por mais que o crescimento da primeira seja mais expressivo, é a segunda que fala ao maior público.
O top 5 das mais rápidas no Google+ ainda tem Mercedes-Benz, com 446 mil seguidores e alta de 54%, Google (507,5 mil e 52%), Volkswagen USA (496,1 mil e 42%) e Lacoste (647,9 mil e 35%). No Twitter são UNICEF (1 milhão de seguidores e alta de 8%), iTunes Music (2,5 mi e 6%), Burberry (1 mi e 6%) e Yves Saint Laurent (885,7 mil e 5%).

Redação Adnews

29 de abr. de 2012

45% dos usuários de tecnologia móvel querem interagir com marcas


Segundo os resultados de uma pesquisa realizada pela TNS, quase um quinto (19%) dos seis bilhões de consumidores de tecnologias móveis ao redor do mundo já utilizam ao menos algum tipo de LBS (serviço baseado em localização).
 
No Brasil, a localização de amigos foi mencionada como a principal finalidade de uso de LBS, com 38% das menções. A integração de localização enriquece também as experiências dos brasileiros com suas redes sociais, prova disso é o fato de que 12% dos usuários de redes sociais utilizam ferramentas como o Foursquare ou o Facebook Places para informar seus amigos sobre sua localização. 
 
No que diz respeito ao relacionamento dos consumidores com as marcas através dos meios digitais móveis, os brasileiros já perceberam que podem se beneficiar do LBS - 19%  compartilham sua localização com as marcas em troca do recebimento de ofertas especiais, que são de grande interesse para 45% dos respondentes.

Esta diferença entre fazer e ter interesse indica que há uma parcela de pessoas que procuram algum retorno específico de lojas e negócios através da localização, mas que ainda não a executam efetivamente. Uma saída pode ser a comunicação mais ativa das marcas através de propagandas, já que 21% dos usuários de celulares e smartphones afirmam achar interessante esta abordagem em seus aparelhos móveis, desde que oferecendo alguma vantagem ou oferta nas redondezas.
 
Para Alexandre Momma, diretor de atendimento da TNS e responsável pelo estudo: “Os serviços móveis baseados em de localização estão em plena ascensão e são extremamente promissores. Os usuários percebem que compartilhar sua localização pode trazer benefícios na forma de descontos e ofertas exclusivas. É a combinação de momento e contexto que torna o LBS uma ferramenta poderosa para as marcas explorarem as inúmeras vantagens que a função oferece”.

Ainda de acordo com os resultados do estudo da TNS, no Brasil, existe uma abertura de 85% ao LBS para 2012. 

Pesquisa: do que as pessoas abririam mão para ter acesso à internet?


Qual o seu nível de dependência da internet? Melhor: do que você abriria mão para ter acesso livre aos sites que você mais gosta? Foi esta a pergunta feita pelo grupo Boston Consulting a internautas em todo o planeta. Segundo o site MSNBC, os resultados revelaram dados curiosos sobre o que as pessoas trocariam por alguns minutos conectados na web.

A pesquisa constatou que o GPS seria o item mais dispensado em troca da internet, com 84% de rejeição. Afinal, se você está online, basta pedir e procurar as informações que mais deseja. Em segundo lugar vem o fast food, com 83% dos entrevistados afirmando que diriam adeus a alimentos não tão saudáveis assim. Isso mostra dois pontos preocupantes: se por um lado os casos de obesidade podem diminuir, por outro a obsessão em se manter conectado pode gerar doenças e outros distúrbios psicológicos.

77% das pessoas não comeriam mais chocolate e 73% nunca mais iriam sair com os amigos para beber. Nesse quesito, o relatório ainda revelou que quase três quartos dos americanos pesquisados parariam de consumir bebidas alcoólicas - tudo para acessar a internet.

Além disso, 43% dos entrevistados não fariam mais exercícios físicos, 10% jogariam fora as chaves de seus carros e 21% abandonariam o sexo. O pior resultado, por menor que seja, talvez é este: 7% dos indivíduos americanos não tomariam mais banho para estarem na web. Esse número sobe para 17% na população britânica.

19 de abr. de 2012

Brasil chega a 79,9 milhões de internautas

O número total de pessoas com acesso à internet em qualquer ambiente (domicílios, trabalho, escolas, lan houses ou outros locais) atingiu 79,9 milhões no quarto trimestre de 2011, segundo o IBOPE Nielsen Online. O crescimento foi de 2% sobre o trimestre anterior, de 8% sobre o mesmo período de 2010 e de 19% em relação a 2009.

Os ambientes casa e trabalho foram os principais responsáveis pela expansão do total de internautas no Brasil em 2011. Evolução do número de pessoas com acesso à internet em qualquer ambiente, Brasil – quarto trimestre de 2009, quarto trimestre de 2010 e quarto trimestre de 2011
 
Acesso em domicílios ou no trabalho
O uso da internet em casa ou no local de trabalho também se manteve em crescimento em 2012. No primeiro trimestre, o acesso em casa ou no trabalho atingiu 66 milhões de pessoas. Dessas pessoas com acesso, 48,7 milhões foram usuários ativos em fevereiro, o que significou um crescimento de 2,5% sobre o mês de janeiro, de 18% sobre os 41,4 milhões de fevereiro de 2011 e de 33% sobre 36,7 milhões de fevereiro de 2010.

Acesso em domicílios
Considerando somente o acesso em casa, o total de pessoas que moram em residências em que há a presença de computador com internet chegou a 62,6 milhões. Dessas pessoas com acesso domiciliar, 39,7 milhões foram usuários ativos em fevereiro de 2012. O crescimento foi de 18% sobre os 33,7 milhões de fevereiro de 2011 e de 40% sobre os 28,6 milhões de fevereiro de 2010.
O maior uso da internet em casa vem sendo motivado pela expansão do número de pessoas com mais banda larga. Em dois anos, a quantidade de usuários ativos com mais de 2 Mb cresceu mais de 300% no Brasil, segundo a metodologia de aferição de velocidade de conexão utilizada pela Nielsen em oito países. 
 
Categorias no trabalho ou em domicílios
As categorias com maior crescimento mensal do número de usuários únicos em fevereiro foram Informações Corporativas, com crescimento de 3,3%, e Educação e Carreiras, com evolução de 3,1%. Em Educação e Carreiras, cresceu o uso de sites de empregos e, principalmente, a procura por sites de pesquisa escolar.

1 de abr. de 2012

Ranking: as 10 empresas mais populares no Twitter

Em fevereiro a cantora teen Selena Gomez entrou para o grupo de celebridades que têm dezenas de milhões de seguidores no Twitter. Ao lado dela estão Lady Gaga, Justin Bieber, Kate Perry, Oprah Winfrey e outros que podem se vangloriar por possuir mais de 10 milhões de seguidores. Mas, e as marcas? Será que elas conseguem ser tão populares quanto as celebridades? Foi o que o MediaBistro resolveu pesquisar.

Segundo o site, o
YouTube é uma das poucas companhias que estão próximas destes artistas no quesito popularidade - no Twitter, dos 20 perfis mais seguidos de toda rede, 18 pertencem a celebridades e não empresas.  Ou seja, ser uma marca reconhecida no microblog é para poucos.

O
YouTube permanece sozinho entre as companhias com mais de 10 milhões de seguidores, distante, inclusive, do perfil oficial do próprio Twitter, que está cerca de 1.4 milhões de seguidores atrás da plataforma de vídeos do Google. Além destes perfis, no ranking das 10 marcas/empresas mais seguidas estão alguns veículos de notícias como CNN, com mais de 6 milhões de seguidores, e o jornal New York Times com mais de 4 milhões.

Veja abaixo a lista completa e aproveite para dizer nos comentários quais empresas/marcas você segue e gosta de acompanhar.
  1. YouTube (@YouTube, 10,259,054 seguidores)
  2. Twitter (@twitter, 8,856,790)
  3. Twitter en español (@twitter_es, 8,480,198)
  4. CNN Breaking News (@cnnbrk, 6,923,605)
  5. TwitPic (@TwitPic, 6,615,838)
  6. UberSocial (@UberSoc, 5,826,875)
  7. The New York Times (@nytimes, 4,700,907)
  8. NBA (@NBA, 4,525,421)
  9. Google (@google, 4,465,778)
  10. E! Online (@eonline, 4,267,255)

20 de mar. de 2012

Usuários se envolvem mais com marcas no Facebook do que no Twitter


Social Bakers,  portal especializado em estatísticas de mídias sociais, acaba de realizar uma pesquisa com as 10 maiores marcas do Facebook e descobriu que os usuários costumam se engajar mais com essas empresas na rede de Zuckerberg, se comparado ao Twitter.

A empresa comparou o engajamento dos usuários no último mês com as marcas Coca-Cola, Starbucks, RedBull, Oreo, Converse, PlayStation, Skittles, iTunes, Pringles e McDonalds nas duas páginas. A conclusão foi que "o Facebook integra as pessoas em conversações e diálogos, dando aos fãs uma sensação de exclusividade", diz a pesquisa.

A Bakers explica quem, também no Facebook, os usuários podem acessar fotos, álbuns, links, updates de status e muito mais conteúdo da marca, a apenas um clique: "A rede é boa para as companhias que querem construir relacionamentos com seus fãs e para aqueles que querem compartilhar emoções que a marca transmitiria".

E o desempenho das marcas no Twitter? A primeira coisa que pensamos é a limitação dos tão famosos 140 caracteres. Porém, aqui, há a vantagem de o conteúdo atingir muito mais pessoas e poder ser postado com mais frequência: "É bom para marcas que precisam de streaming ao vivo e blogar e promover ideias", diz o site.

Ao final, seis das dez marcas mostraram mais engajamento no Facebook (Starbucks, RedBull, Converse, PlayStation, iTunes e McDonalds). No caso do Twitter, apenas duas delas ganharam em engajamento (Oreo e Skittles). Com as outras duas (Coca-Cola e Pringles), há um engajamento idêntico entre os dois sites.


18 de fev. de 2012

Orkut é passado: os números do Facebook no Brasil

Não é de hoje que o Facebook tem mostrado a que veio no Brasil. A rede social de Mark Zuckerberg cresceu 300% entre os brasileiros se compararmos com os números de 2008, ano em que o site começou a crescer em todo o mundo.

Hoje, nosso país é a quarta nação em número de usuários ativos, totalizando mais de 37 milhões - perdemos apenas para os Estados Unidos (157 milhões) e para Indonésia e Índia (41 milhões cada) - primeiro, segundo e terceiro lugares, respectivamente.

O pessoal do
Facebook brasileiro criou um infográfico com dados bem interessantes sobre o crescimento da rede social no país, e o resultado não poderia ser outro: desbancou sites da Microsoft e do Google, inclusive o próprio Orkut, que um dia foi o site de relacionamentos mais acessado pelos brasileiros. Acompanhe as informações abaixo.


(clique na imagem para ampliar)
Fonte: Olhar Digital

29 de jan. de 2012

Número de usuários de internet móvel dobra no Brasil em um ano.

O mundo móvel está a toda. O número de usuários do serviço dobrou em 2011. Segundo a Agência Brasil, mais de 40 milhões de pessoas adquiriram planos de internet móvel ao longo do ano. Já outras 16 milhões de pessoas adquiriram planos para internet fixa - o que representa um aumento de 22% na base de assinantes desse tipo.

Para Paulo Bernardo, ministro das Comunicações, "a tendência, este ano, é aumentar ainda mais. As pessoas preferem ter um celular conectado à internet, para acessar de qualquer lugar". Ele explica que o Brasil precisa ter mecanismos para treinar e orientar as pessoas a entrar nesses ambientes com velocidade, barateando planos para smartphones e tablets.

Agora, como prioridade para o governo, está o PNBL (Plano Nacional de Banda Larga). "É absolutamente importante para o desenvolvimento do país", diz Paulo. O ministro explica que as pessoas têm o direito de acesso à informação, ajudando no processo de educação e difusão da cultura.

Paulo também diz que o dinheiro público não será aplicado no plano, ficando a cargo das empresas o compromisso de ofertar os serviços de internet mais barata.
 

22 de jan. de 2012

Quase metade dos pais monitora o perfil dos filhos no Facebook

Um infográfico divulgado pela empresa de pesquisa Lab42 indica que boa parte dos pais - cerca de 43% - checa as páginas de seus filhos diariamente na rede social. O estudo, feito com 500 entrevistados, mostrou ainda que 92% deles não só olham, como também participam da rede social.

Todos os entrevistados que participavam da rede social tinham seus filhos adicionados. O motivo principal, apontado por 40% dos pais, é a segurança. Depois, 15% alegaram bisbilhotar o mural dos filhos somente por curiosidade. Outra preocupação bem comum - de cerca de 55% - é saber se o Facebook está atrapalhando os deveres de casa ou outras atividades das crianças.
Parte deles também garantiu não estar fuxicando a vida dos filhos, mas sim tomando cuidado com a chance das crianças conhecerem estranhos (41%), praticarem bullying (17%) ou serem vítimas de provocações virtuais (16%). O dado que mais impressiona, no entanto, é que 72% têm até as senhas das contas dos filhos.

O caminho inverso também existe. Crianças foram entrevistadas pelo Lab42 e 54% delas confirmaram que estão sempre publicando no mural dos pais, e outros 51% afirmaram que comentam nas fotos. A pesquisa também quis saber sobre o nível de conhecimento do Facebook: 76% das crianças disseram que ironizam os pais porque eles não entendem muito da coisa. Mas eles não admitem: 67% acham que sabem, sim, aproveitar todas as características do Facebook.

2,1 bilhões acessam internet no mundo

Pelo menos 30% da população mundial é internauta, de acordo com um estudo realizado pela Pingdom e divulgado pelo site CNET. Em números cheios, isso significa que 2,1 bilhões de pessoas usam serviços da rede mundial de computadores.

Só na Ásia estão 922 milhões de internautas (44% do total), na Europa são mais 476 milhões (23%) e, na América do Norte, outros 271 milhões (13%). Olhando isoladamente para os países, a China é a que mais possui gente conectada: 485 milhões - mais de 36% da sua população.

A América Latina e o Caribe aparecem em 4º no ranking, com 10% do total de internautas do mundo, seguidos por África (6%), Oriente Médio (3%) e Oceania e Austrália (1%).


Redação Adnews

8 de jan. de 2012

Brasil é o 4º maior no Facebook e o que mais cresce


No final de 2011, o Brasil alcançou o quarto lugar entre os países com mais usuários no Facebook. Cerca de 35,1 milhões de brasileiros estão cadastrados na rede, de acordo com Nick Brucher, analista de mídias sociais da Inglaterra, diretor de redes sociais e inovação da empresa ZenithOptimedia.

A análise de Brucher começou em 2008 e foi finalizada em dezembro do ano passado. No início da pesquisa, o país possuía 209 mil usuários. Já em 2009, 2,4 milhões e em 2010, 8,8 milhões tinham contas no site. Em quatro anos, o Facebook registrou uma média de crescimento de 250% em território nacional.

De acordo com o estudo, o Brasil é o país mais promissor no setor. Entre 2010 e 2011, apresentou o maior salto dos 30 que mais se destacam. A elevação no período foi de 298%, desbancando o aumento dos Estados Unidos ( 1° lugar em relação ao números de usuários), Indonésia (2º), Índia (3º). Em seguida estão México (5º), Turquia (6º), Reino Unido (7º), Filipinas (8º), França (9º) e Alemanha (10º).

Brucher aposta que a tendência por aqui é de mais crescimento. “O Facebook continua a crescer em todo o mundo e a grande novidade é o crescimento nos chamados mercados emergentes como Indonésia, Índia, Brasil e Filipinas”, afirma.

Se em 2012 o salto for igual, o ano termina com 105 milhões usuários brasileiros e o país sobe para a segunda colocação, atrás somente dos Estados Unidos.

Com informações do Link

Redação Adnews

30 de dez. de 2011

Brasil deve ser o 4° maior mercado de e-commerce em 2015

O ano de 2011 foi promissor para o mercado de vendas online no Brasil, que figura em 6° lugar entre os dez maiores neste segmento. Mas as previsões são mais promissoras ainda. Segundo projeção do T-Index 2015, que associa participação da população no e-commerce com o PIB per  capta estimado, o faturamento no setor deve aumentar e garantir ao país, em 2015, a quarta colocação. 

Atualmente, participação do Brasil corresponde a 3% e a projeção é que chegue a 4,3% com a queda dos Estados Unidos, Alemanha e Reino Unido. O estudo aponta o mercado brasileiro como o sétimo entre os dez com maior potencial de vendas pela web, atrás dos Estados Unidos, China, Japão, Alemanha, Reino Unido e França. Em oitavo lugar vem a Rússia, seguida da Coreia do Sul e Itália.

Os Estados Unidos, em 2011, é primeiro colocado, com participação de 24,4%. As estatísticas dizem que ele será desbancado pela China nos próximos quatro anos. 

Veja:


Google+ chega aos 100 mi de usuários em fevereiro


Até o final de fevereiro de 2012, o Google+ deve alcançar a marca de 100 milhões de usuários, aproximadamente 1/8 do que o maior concorrente, o Facebook, já possui.

A previsão é de Paul Allen (não o cofundador da Microsoft), que se considera "estatístico não-oficial do Google+". De acordo com ele, 625 mil pessoas criam perfis por dia na rede social da gigante de buscas.

Mas Allen divulgou um número que não bate com a quantidade de usuários que a rede possui segundo a comScore. A consultoria disse na semana passada que o G+ tem 65 milhões de usuários, já para o estatístico, são 62 milhões.

Com informações do Gizmodo.

Redação Adnews

26 de dez. de 2011

Veja as marcas brasileiras que mais investem nas redes sociais

A Miti Inteligência divulgou um levantamento sobre a atuação dos 30 maiores anunciantes do país nas redes sociais. O estudo traz dados como quem tem mais seguidores no Twitter ou escreve mais da rede de microblogs, além de quem faz mais sucesso no Facebook, Orkut e LinkedIn.
 
A união entre marca e celebridade deu muito certo para a Claro, que desde maio de 2010 mantém parceria com Ronaldo "Fenômeno" no Twitter. Quando o ex-jogador assumiu, o perfil da operadora tinha 33 mil seguidores; hoje, são 2,6 milhões, o que a coloca bem distante da segunda marca da lista.

Quem ocupa a posição é a Vivo, que tem apenas 287,4 mil followers. Depois aparecem Tim (185,6 mil), Sky (51 mil), Net (30,1 mil), Fiat (23,8 mil), Bradesco (21,6 mil), Itaú (20 mil), Oi (17,7 mil) e Volkswagen (14,2 mil).

Por mais que seja campeã nesse quesito, a Claro (e Ronaldo) é apenas a nona quando o assunto é quantidade de postagens na rede, com 4,5 mil tweets já enviados. A Sky é quem aparece na frente, com 39,2 mil.

Na sequência vem Banco do Brasil (36 mil), Vivo (11,6 mil), Oi (9,9 mil), Tim (5,6 mil), Fiat (5,6 mil), Reckitt Benckiser (4,6 mil), Ambev (4,6 mil), Claro e Net (4,4 mil).

Facebook, Orkut e LinkedIn

Na maior rede social do mundo, quem manda é a Coca-Cola, pelo menos entre os maiores anunciantes brasileiros. Só que a multinacional de bebidas tem como estratégia manter um perfil único no site, em todos os mercados em que atua.

Isso fez com que a marca conseguisse 36,3 milhões de "Likes", o que representa a quantidade de pessoas que interagem com ela por ali.

Há uma discrepância enorme em relação ao Itaú, segundo colocado com 532,7 mil. Nestlé (280 mil), Unilever (220,4 mil), Volks (203,4 mil), Claro (200 mil), Vivo (153,6 mil), Fiat (91,8 mil), Ford (71,9 mil) e Sky (70 mil) vêm depois.

Das 30 marcas analisadas pela Miti, apenas cinco mantêm comunidades oficiais no Orkut. A Coca-Cola, mais uma vez, aparece com um destaque bem acima das outras: são 1,1 milhão de membros. Então vem Casas Bahia (26,6 mil), Sky (26,4 mil), Claro (13,2 mil) e Net (7,2 mil).

Os mais de 135 milhões de usuários do LinkedIn têm preferência pela HP, já que a marca conta com 435,8 milhões de seguidores. Na sequência: P&G (144,1 mil), Unilever (135,5 mil), GM (78 mil), Ford (74,2 mil), L'Óreal (57,5 mil), Bradesco (15,1 mil), Ambev (14,5 mil), Vivo (14,2 mil) e Itaú (14,1 mil).
De fora

Somente o Bradesco possui conta oficial no novato Google+, embora a Coca-Cola, a Ford e a HP mantenham perfis corporativos mundiais no canal.

As empresas ainda não exploram Flickr, Vimeo, Foursquare, Instagram e blogs da mesma forma que atuam em Twitter e Facebook. O Flickr, por exemplo, rede para compartilhamento de fotos, é utilizado apenas pela Ambev e Coca-cola, dentre os 30 maiores anunciantes.

Vimeo e Foursquare ainda não são utilizadas por nenhuma das empresas listadas no ranking e a postagem de informações em blogs ocorre apenas com as marcas Vivo, Claro e L'Óreal.





Redação Adnews

23 de dez. de 2011

As 10 maiores páginas de marca no Google+

Há seis meses as marcas estão liberadas para criar páginas próprias no Google+. Levantamento feito esta semana pelo Zoomsphere avalia a quem tem mais seguidores na rede social que ainda sofre para conquistar usuários. 
 
Dos 10 que compõem a lista, os 4 primeiros são relacionados ao Google. Os números estão na escala de milhar.
 
1. Android: 250,937 followers
2. Google+: 171,017 followers*
3. Google: 150,778 followers**
4. Google Chrome: 136,895 followers
5. Mashable: 131,953 followers
6. Gmail: 114,020 followers***
7. Coldplay: 102,481 followers
8. H&M: 91,702 followers
9. New York Times: 91,467 followers
10. Marvel: 87,118 followers
 
A notícia é do Mashable.
 
Redação Adnews
 

19 de dez. de 2011

Você tem noção da quantidade de vídeos que o mundo assiste na internet?

De acordo com um relatório da comScore, cerca de 1,2 bilhão de pessoas com mais de 15 anos em todo o mundo assistiram a 201,4 bilhões de vídeos online apenas em outubro de 2011. E os sites do Google, encabeçados pelo YouTube, aparecem no topo da lista com mais de 797 milhões de pessoas e 88,3 bilhões de vídeos no período. Isso representa 43,8% de todos os vídeos assistidos no mundo.

Para você, é fácil imaginar o que significam 201,4 bilhões de vídeos? Ou o que são 1,2 bilhão de pessoas?

Somente para efeito de comparação, o mundo possui 7 bilhões de pessoas. Isso significa que 1,2 em cada 7 pessoas assistiram a vídeos online no mês de outubro. E você tem ideia de quanto tempo demoraria para assistir aos 201,4 bilhões de vídeos? Ainda de acordo com a comScore, a duração média desses conteúdos é de 5,5 minutos. Então, o mundo assistiu a 1,1 trilhão de minutos de vídeos em outubro - ou 2,1 milhões de anos sem parar!

Voltando no tempo
Se um de nossos ancestrais começasse a assistir vídeos online há 2,1 milhões de anos, a grande notícia do momento seria a erupção do Yellowstone, um supervulcão que lançou fumaça e poeira a 16 quilômetros de altura. Certamente, um vídeo desses se tornaria viral em segundos nos dias de hoje!

O estudo é cheio de números curiosos. Para ter acesso ao relatório completo,
clique aqui.

Olhar Digital

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