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29 de abr. de 2012

Pesquisa: do que as pessoas abririam mão para ter acesso à internet?


Qual o seu nível de dependência da internet? Melhor: do que você abriria mão para ter acesso livre aos sites que você mais gosta? Foi esta a pergunta feita pelo grupo Boston Consulting a internautas em todo o planeta. Segundo o site MSNBC, os resultados revelaram dados curiosos sobre o que as pessoas trocariam por alguns minutos conectados na web.

A pesquisa constatou que o GPS seria o item mais dispensado em troca da internet, com 84% de rejeição. Afinal, se você está online, basta pedir e procurar as informações que mais deseja. Em segundo lugar vem o fast food, com 83% dos entrevistados afirmando que diriam adeus a alimentos não tão saudáveis assim. Isso mostra dois pontos preocupantes: se por um lado os casos de obesidade podem diminuir, por outro a obsessão em se manter conectado pode gerar doenças e outros distúrbios psicológicos.

77% das pessoas não comeriam mais chocolate e 73% nunca mais iriam sair com os amigos para beber. Nesse quesito, o relatório ainda revelou que quase três quartos dos americanos pesquisados parariam de consumir bebidas alcoólicas - tudo para acessar a internet.

Além disso, 43% dos entrevistados não fariam mais exercícios físicos, 10% jogariam fora as chaves de seus carros e 21% abandonariam o sexo. O pior resultado, por menor que seja, talvez é este: 7% dos indivíduos americanos não tomariam mais banho para estarem na web. Esse número sobe para 17% na população britânica.

28 de set. de 2011

4% usam redes sociais para reclamar ou elogiar marcas

Pesquisa realizada pela Gfk descobriu que 27%, numa amostra de 1.000 pessoas, disseram usar redes sociais para pesquisar marcas, enquanto 17% afirmaram usá-las como recomendação. O curioso é que só 4% delas utilizam Facebook, Twitter, Orkut ou YouTube para elogiar ou criticar determinada empresa.
 
A conclusão do estudo se deu após entrevista com maiores de 18 anos, de nove regiões metropolitanas (Porto Alegre, Curitiba, São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Salvador, Recife, Fortaleza, Belém) e de três capitais (Brasília, Goiânia e Manaus).
 
Além de avaliar a interação das redes com as marcas, a Gfk aponta que 4 em cada dez pessoas ouvidas afirmaram acessar constantemente as redes sociais. O levantamento aponta que 53% das pessoas das classes AB utilizam as ferramentas, enquanto que nas classes CD os usuários não passam de 33%.
 
O uso está diretamente relacionado à faixa etária: quanto mais jovem, maior a porcentagem de usuários. “Embora o uso tenha crescido no Brasil, o estudo constatou que a utilização ainda é restrita, sendo o número de usuários maior entre as pessoas com maior nível socioeconômico e entre os mais jovens (de 18 a 34 anos)”, comenta Cynthia Vieira, Diretora da Área de Business & Technology da GfK.
 
A intensidade dos comentários negativos foram avaliados e de fato influenciam a opinião dos consumidores. Ao ler comentários que depreciam algo, 73% buscam saber se os comentários são verdadeiros, mas disseram não mudar de opinião.

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