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18 de fev. de 2012

Garantindo uma graninha extra: empresas apostam na revenda em redes sociais

O Magazine Luiza criou um modelo de negócios que se utiliza das redes sociais. O esquema funciona mais ou menos assim: você se cadastra, inserindo dados como CPF e conta bancária, seleciona 60 produtos que quer vender em sua loja virtual e coloca sua revenda no Facebook ou Orkut. Cada produto vendido na loja pode gerar de 2,5% a 4,5% de comissão ao dono do "estabelecimento virtual", e o dinheiro pode ser depositado na conta bancária do comerciante.
"Vemos um grande potencial na venda direta no Brasil. Inicialmente foi um processo intuitivo, muito comum em nossa empresa. Depois, quando estudamos o social commerce no Brasil e no mundo, notamos que não existia referência. Por isso, tivemos empenho para fazer algo que fosse relevante para as pessoas e que, ao mesmo tempo, fosse o mais social possível", diz Frederico Trajano, diretor de Vendas e Marketing do Magazine Luiza.
Segundo o executivo no varejo, a melhor propaganda sempre foi o boca a boca e este projeto é como uma rede de divulgadores que passam a espalhar a marca e ainda descolam uma graninha. "Queremos que o divulgador atue como um curador, selecionando cada produto que estará na sua loja de acordo com as suas preferências e a dos seus amigos. O divulgador pode mudar sua seleção de produtos sempre que desejar.  Queremos que os  divulgadores  se tornam conhecidos na rede por serem 'especialistas' no assunto e capazes de recomendar os melhores produtos", comenta.
O cliente faz a compra direto pelo Facebook ou Orkut e, ao finalizar o pedido, ele é redirecionado para o site do Magazine Luiza, garantindo a segurança dos dados de pagamento e entrega. O vendedor, por sua vez, pode trocar de produto a qualquer momento, analisando quais itens têm feito mais sucesso entre seus amigos da rede social. Para abrir uma lojinha do Magazine Luiza em seu perfil, é necessário ser maior de 18 anos, ter título de eleitor, conta bancária e número do PIS. Depois, é só buscar na rede de produtos da loja pelos itens que você vai querer deixar disponível à venda. "Estamos com cerca de 20 mil lojas nas redes sociais, mas não podemos divulgar o que estas comercializações representam na receita da companhia", finalizou Frederico.
Na mesma linha, a Avon tem apostado em widgets em redes sociais. As revendedoras, que já possuem contrato prévio, podem disponibilizar um app nas redes sociais com os catálogos mensais dos produtos. No ambiente virtual da empresa, as revendedoras também recebem treinamentos, notícias, informações sobre produtos e as principais ofertas, além de fazerem seus pedidos para a empresa. "A revendedora tem autonomia para compartilhar o widget quando ela desejar e nas redes sociais que ela preferir; para isso, ela pode entrar no site e compartilhar o link a cada campanha, adicionando comentários se desejar", ressalta Luiz Soares, diretor de Inovação e Contact Center da Avon.
A diferença, no entanto, é que os produtos continuam sendo pagos diretamente para a revendedora. Ou seja, os compradores devem negociar a forma de pagamento com a própria pessoa e não realizar pagamentos online para a Avon. "O nosso objetivo com o widget é que a revendedora possa gerenciar melhor o relacionamento com seus clientes e incrementar as vendas na sua rede de relacionamentos na internet. O cliente dessa revendedora pode escolher os produtos pelo catálogo online, mantendo e fortalecendo o contato pessoal, pois é ela quem vai registrar seu pedido, fazer a entrega e dar toda a consultoria necessária para que essa pessoa fique satisfeita", explica.
Segundo Luiz, o ambiente virtual da Avon foi bem recebido pelas revendedoras, portanto, hoje, cerca de 80% dos pedidos realizados já são via internet. "Hoje a internet é o canal de maior relevância na captação de pedidos dos revendedores, chegando a 80% em média. Nosso objetivo é chegar rapidamente aos 100% dos pedidos enviados pela internet, pelo site da revendedora. Para isso, estamos investindo em diversas iniciativas, como a inclusão digital dos revendedores por meio de várias ações. Mas já percebemos essa mudança no perfil da revendedora, que já está aprendendo a usar muito bem a internet a favor de seu negócio", conclui.

Fonte: Olhar Digital

30 de dez. de 2011

Brasil deve ser o 4° maior mercado de e-commerce em 2015

O ano de 2011 foi promissor para o mercado de vendas online no Brasil, que figura em 6° lugar entre os dez maiores neste segmento. Mas as previsões são mais promissoras ainda. Segundo projeção do T-Index 2015, que associa participação da população no e-commerce com o PIB per  capta estimado, o faturamento no setor deve aumentar e garantir ao país, em 2015, a quarta colocação. 

Atualmente, participação do Brasil corresponde a 3% e a projeção é que chegue a 4,3% com a queda dos Estados Unidos, Alemanha e Reino Unido. O estudo aponta o mercado brasileiro como o sétimo entre os dez com maior potencial de vendas pela web, atrás dos Estados Unidos, China, Japão, Alemanha, Reino Unido e França. Em oitavo lugar vem a Rússia, seguida da Coreia do Sul e Itália.

Os Estados Unidos, em 2011, é primeiro colocado, com participação de 24,4%. As estatísticas dizem que ele será desbancado pela China nos próximos quatro anos. 

Veja:


21 de ago. de 2011

Como integrar para aumentar vendas?

Confira com exclusividade o estudo Neoconsumidor 2011 da GS&MD – Gouvêa de Souza

Será apresentada no DIGITAILING – 1º Fórum Internacional de Varejo Digital, no dia 23 de agosto, o estudo Neoconsumidor 2011. A pesquisa realizada em 15 países descobriu como utilizar celular, tablets, internet e lojas físicas, de forma integrada, para alcançar os consumidores e aumentar suas vendas. Foi um total de 10.5 mil respondentes em 15 países, sendo 700 internautas entrevistados por país. A ProXXIma conseguiu com exclusividade alguns dos resultados da pesquisa.

A coordenação da pesquisa foi da
GS&MD – Gouvêa de Souza, que contou com a participação da Ebeltoft
. Os países pesquisados foram Alemanha, Austrália, Brasil, Canada, Chile, Espanha, Dinamarca, Estados Unidos, França, Itália, México, Portugal, Reino Unido, Roménia e Turquia.

“Já tínhamos realizado essa pesquisa em 2009, mas queríamos medir novamente quem é o nosso neoconsumidor”, explica Luiz Goes, sócio sênior da GS&MD – Gouvêa de Souza. Goes revela que o atual neoconsumidor é multicanal, digital e global. “Algo importante que constatamos é o reforço da característica do neoconsumidor, que se tornou ainda mais mobile e global”, finaliza. Confira abaixo números da pesquisa envolvendo o Brasil.
Principais razões por não comprar

- 59% Prefere tocar o produto
- 48% Informações bancárias
- 37% Prefiro falar pessoalmente
- 41% Evita passar informações pessoais
- 41% Receio de não receber o produto
Processo de compra
- 62% Compram online e recebe em casa
- 84% Verificam online e compra na loja
Comparam preços
- 81% Utilizam sites de comparações de preço
De onde, geralmente, compram
- 67% Casa
- 18%Trabalho
- 6% Outros
Comportamentos de compra online
- 47% Fico desapontado se as lojas que compro regularmente não vendem online
- 71% A Internet é um ótimo ambiente de Compras
- 57% Considero a Internet um local seguro para Compras
Acesso à Internet via Celular
- 49% Acessa a Internet utilizando o celular
- 9% Acreditam que o celular possui um ambiente seguro para troca de informações
- 18% Sinto-me seguro em usar meu celular para compras online
- 67% Mais funções direcionadas a segurança precisam ser desenvolvidas para me sentir seguro em comprar pelo telefone
- 27% Demorará um bom tempo para que o número de compras por celular (dados) aumente
- 37% Gostaria de receber promoções e propagandas por meio do celular
Pagamento móvel
- 17% Estão familiarizados com o sistema de pagamento móvel
- 18% Conhece lojas que aceitam pagamento móvel
- 35% Pagamento móvel é o futuro
- 22% Funciona em outro país, mas não no meu

Compras coletivas
- 51% Já utilizaram
- 48% Nunca utilizaram
- 1% Não conhece
Será apresentada no DIGITAILING – 1º Fórum Internacional de Varejo Digital, no dia 23 de agosto, o estudo Neoconsumidor 2011. A pesquisa realizada em 15 países descobriu como utilizar celular, tablets, internet e lojas físicas, de forma integrada, para alcançar os consumidores e aumentar suas vendas. Foi um total de 10.5 mil respondentes em 15 países, sendo 700 internautas entrevistados por país. A ProXXIma conseguiu com exclusividade alguns dos resultados da pesquisa.

A coordenação da pesquisa foi da
GS&MD – Gouvêa de Souza, que contou com a participação da Ebeltoft
. Os países pesquisados foram Alemanha, Austrália, Brasil, Canada, Chile, Espanha, Dinamarca, Estados Unidos, França, Itália, México, Portugal, Reino Unido, Roménia e Turquia.

“Já tínhamos realizado essa pesquisa em 2009, mas queríamos medir novamente quem é o nosso neoconsumidor”, explica Luiz Goes, sócio sênior da GS&MD – Gouvêa de Souza. Goes revela que o atual neoconsumidor é multicanal, digital e global. “Algo importante que constatamos é o reforço da característica do neoconsumidor, que se tornou ainda mais mobile e global”, finaliza. Confira abaixo números da pesquisa envolvendo o Brasil.
Principais razões por não comprar

- 59% Prefere tocar o produto
- 48% Informações bancárias
- 37% Prefiro falar pessoalmente
- 41% Evita passar informações pessoais
- 41% Receio de não receber o produto
Processo de compra
- 62% Compram online e recebe em casa
- 84% Verificam online e compra na loja
Comparam preços
- 81% Utilizam sites de comparações de preço
De onde, geralmente, compram
- 67% Casa
- 18%Trabalho
- 6% Outros
Comportamentos de compra online
- 47% Fico desapontado se as lojas que compro regularmente não vendem online
- 71% A Internet é um ótimo ambiente de Compras
- 57% Considero a Internet um local seguro para Compras
Acesso à Internet via Celular
- 49% Acessa a Internet utilizando o celular
- 9% Acreditam que o celular possui um ambiente seguro para troca de informações
- 18% Sinto-me seguro em usar meu celular para compras online
- 67% Mais funções direcionadas a segurança precisam ser desenvolvidas para me sentir seguro em comprar pelo telefone
- 27% Demorará um bom tempo para que o número de compras por celular (dados) aumente
- 37% Gostaria de receber promoções e propagandas por meio do celular
Pagamento móvel
- 17% Estão familiarizados com o sistema de pagamento móvel
- 18% Conhece lojas que aceitam pagamento móvel
- 35% Pagamento móvel é o futuro
- 22% Funciona em outro país, mas não no meu

Compras coletivas
- 51% Já utilizaram
- 48% Nunca utilizaram
- 1% Não conhece

Redação: Proxxima

22 de mai. de 2011

Facebook lança serviço de e-commerce para o Brasil

O e-commerce chegou às redes sociais. O Facebook lançou o LikeStore, onde será possível vender produtos diretamente pela rede social. A estréia da página será através da venda de ingressos do show de Jack Johnson, em Recife. A princípio, o serviço será restrito a grandes parceiros com o Show de Ingressoas, mas as negociações do F-commerce – as lojas virtuais do Facebook – já estão em andamento com outros fornecedores.
O sucesso do e-commerce entre os internautas é irrefutável. Em 2010, o serviço movimentou R$ 14,8 bilhões – e ainda é uma prática recente. A expectativa é quem em 2011 esse número suba para aproximadamente R$ 20 bilhões. A associação à web 2.0 é uma sacada genial: os consumidores passarão a ter um contato ainda mais próximo com os produtos, coisa que além de facilitar o acesso e consequentemente a compra, irá proporcionar uma disseminação viral das marcas. Já estava na hora da prática surgir – e, mais uma vez, o Facebook conta com a vantagem do pioneirismo.

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