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20 de mar. de 2012

Usuários se envolvem mais com marcas no Facebook do que no Twitter


O Social Bakers,  portal especializado em estatísticas de mídias sociais, acaba de realizar uma pesquisa com as 10 maiores marcas do Facebook e descobriu que os usuários costumam se engajar mais com essas empresas na rede de Zuckerberg, se comparado ao Twitter.

A empresa comparou o engajamento dos usuários no último mês com as marcas Coca-Cola, Starbucks, RedBull, Oreo, Converse, PlayStation, Skittles, iTunes, Pringles e McDonalds nas duas páginas. A conclusão foi que "o Facebook integra as pessoas em conversações e diálogos, dando aos fãs uma sensação de exclusividade", diz a pesquisa.

A Bakers explica quem, também no Facebook, os usuários podem acessar fotos, álbuns, links, updates de status e muito mais conteúdo da marca, a apenas um clique: "A rede é boa para as companhias que querem construir relacionamentos com seus fãs e para aqueles que querem compartilhar emoções que a marca transmitiria".

E o desempenho das marcas no Twitter? A primeira coisa que pensamos é a limitação dos tão famosos 140 caracteres. Porém, aqui, há a vantagem de o conteúdo atingir muito mais pessoas e poder ser postado com mais frequência: "É bom para marcas que precisam de streaming ao vivo e blogar e promover ideias", diz o site.

Ao final, seis das dez marcas mostraram mais engajamento no Facebook (Starbucks, RedBull, Converse, PlayStation, iTunes e McDonalds). No caso do Twitter, apenas duas delas ganharam em engajamento (Oreo e Skittles). Com as outras duas (Coca-Cola e Pringles), há um engajamento idêntico entre os dois sites.


SEO? SEM? O que são todas essas siglas?


O que é SEM (és-í-em)
Search Engine Marketing, ou Marketing de Busca

É uma parte do marketing digital que tem como objetivo fazer um site ganhar visibilidade através da melhora do seu posicionamento nos resultados das ferramentas de busca, como Google e Bing. Pode ser através da utilização de anúncios pagos, anúncios contextuais ou através de um bom posicionamento nos resultados do Google. Abrange basicamente os resultados pagos (links patrocinados) e os resultados orgânicos (otimização de sites).
O que é SEO (és-í-ow)


Search Engine Optimization, ou Otimização de Sites

É um conjunto de técnicas para tornar seu site vísivel aos clientes, que vão desde incluir palavras-chave nos textos a construir links apontando para o seu te, tudo isso para torná-lo relevante e consequentemente alcançar uma boa posição nos resultados para as palavras-chave do seu interesse.

Porque só Google?
Você deve ter reparado que eu me referi ao Bing (buscador da Microsoft) apenas uma vez, enquanto o Google foi citado diversas vezes. Isso porque o gigante de Mountain View lidera disparado o mercado de buscas no Brasil. 

(Gráfico: Google Discovery)
Na imagem acima, estão os acessos aos buscadores no Brasil. O Google domina 90% das buscas feitas no país, de acordo com um estudo da Serasa Experian. Apesar de ter perdido um pouco nos últimos anos, ele ainda é sinônimo de busca, e quer dizer que para a maioria dos sites, o importante é focar no Google. E é isso que faremos nesta coluna, salvo raras exceções.

SEO x Adwords
Dentro do Google aparecem dois tipos de resultados: os orgânicos e os pagos. 
E os cliques das pessoas que fazem buscas ficam divididos em 70% para os naturais, e os 30% restantes para os links patrocinados. Isso acontece porque os próprios usuários dão maior credibilidade aos resultados da lista orgânica, pois só quem tem um bom site consegue ficar no topo, enquanto para aparecer nos pagos só é preciso ter dinheiro para comprar o espaço.
Mesmo assim, recomendo que façam os dois tipos de campanha, para abranger 100% do cliques em potencial. Na imagem abaixo, estão mapeadas as áreas de resultados do Google, divido entre resultados pagos e orgânicos.
Heat Maps
Foi feita uma pesquisa na qual os olhos dos internautas eram filmados justamente para registrar para onde eles mais apontavam e, consequentemente, onde os usuários mais clicavam. Essas imagens mostram como é a interação de quem está realizando uma busca. Confira:


Depois que ela entra no seu site, essa seria a tabela padrão, que é do próprio Google, indicando que a maior parte dos visitantes olha mais para o topo à esquerda, e depois desce um pouco até o meio. Veja só:
Disso tiramos a conclusão de que deve-se posicionar o conteúdo de destaque na sua página mais para a esquerda ao alto, justamente para chamar a atenção do usuário, e não fazê-lo sair do seu site porque não encontrou rapidamente o que desejava. 
Esse comportamento de entrar e sair do seu site rapidamente influencia no seu rankeamento, pois eleva a Taxa de Rejeição. 

Essas e outras métricas de usabilidade, como Tempo na Página, Páginas/Visita entre outras, serão abordadas em meus próximos textos

14 de mar. de 2012

Ebook: 200 Apps para Criativos (Download Grátis!)

Este Livro tem como objetivo ajudar todos os criativos a melhorarem a sua performance usando aplicativos de produtividade, desenho, ilustração e uma série de outras ferramentas que prometem fazê-lo aumentar a sua produtividade, mas também a sua criatividade na hora de desenvolver trabalhos para si e/ou para os seus clientes. Com experiência profissional na área e muitas horas de testes e análises, o autor Diogo Espinha partilha as suas experiências e aplicativos fundamentais para quem procura melhorar a sua criatividade em diversas áreas como o Webdesign, Design Gráfico, Desenvolvimento Web, Fotografia, Escrita, etc.

Ao longo das mais de 80 páginas do Livro, irá encontrar aplicativos preciosos e de grande qualidade, que quando usados da forma mais correta, poderá ajudá-lo a atingir o sucesso e profissionalismo que tanto deseja na sua área de trabalho. Se é fã de aplicativos e está constantemente procurando novas formas de melhorar a sua produtividade e desenvolver os seus trabalhos em multi-plataformas, então este Ebook é para si. Com a quantidade de aplicativos que existem hoje em dia para dispositivos móveis, é fácil ficar indeciso sobre qual aplicativo usar para realizar uma determinada tarefa, ou simplesmente não conseguir encontrar o aplicativo que desejava para realizar aquele trabalho que precisa entregar para um cliente. Foi precisamente por isto e porque adoramos aplicativos, que compilámos este Ebook com 200 aplicativos para as diversas plataformas móveis e fixas de hoje em dia, para que você possa perder menos tempo procurando por aplicativos interessantes, e ocupar o seu tempo com aquilo que você sabe fazer de melhor: SER CRIATIVO!

COMO DESCARREGAR O EBOOK?
Você tem apenas de visitar a página do Ebook Grátis – 200 Apps para Criativos e baixar a sua cópia. Se quiser ajudar contribuindo com um Tweet ou um Like no Facebook, tanto melhor. Dessa forma conseguiremos que mais usuários fiquem a conhecer essa obra e a possam descarregar gratuitamente também!

BAIXE JÁ A SUA CÓPIA GRATUITA!

Fonte: Escola Dinheiro

4 de mar. de 2012

3G, 3G+ e 4G: quais as diferenças entre essas tecnologias?

Hoje, conexão à internet é fator imprescindível para realizarmos várias atividades da vida moderna. E, convenhamos: quanto mais rápida, melhor. Para as conexões fixas, as velocidades são bem estipuladas: podemos optar por planos de 1 Mbps, 10 Mbps, 20 Mbps - quanto maior o número, mais rápido ela é, obviamente. Mas, no caso dos celulares, a velocidade é definida, basicamente, pela tecnologia utilizada pelas operadoras. É aí que entram as diferenças entre 3G, 3G+, 4G e muitas outras.

O "G" significa "Generation", ou "Geração", enquanto o número que o antecede faz menção a qual geração estamos (3G = terceira geração). A cada novo "G", melhorias na rede - sobretudo em velocidade - são implementadas ao consumidor. A grosso modo, o primeiro "G" representava telefones analógicos, enquanto o 2G trouxe os telefones digitais. Com a evolução da tecnologia, surgiu o EDGE - também chamado de 2,5G, que oferece transferência de dados a velocidades não muito satisfatórias. De vez em quando, é possível que você ainda veja um "E" aparecendo no visor do seu telefone - essa rede EDGE, que funciona em paralelo com a 3G atual, é acionada quando o sinal não é muito forte na região onde você está. 

O 3G


Na teoria, a tecnologia 3G permite até 7Mbps de velocidade - algo satisfatório para os padrões de dados do mundo atual. Mas, na prática, por causa dos diferentes graus de conservação e robustez das redes das diversas operadoras, a velocidade da "banda larga móvel" varia entre 400 Kbps a 4 Mbps. Aqui no Brasil, porém, a média de oferta na velocidade de conexão é de 1 Mbps. Para piorar, por contrato, as operadoras se protegem e garantem a entrega de apenas 10% do que foi acordado. Isso é uma verdadeira puxada de tapete no consumidor que espera por bons serviços de internet móvel.

O modelo 3G é o predominante no Brasil, embora outros já estejam entre nós...

o 3G+

Está aqui uma oferta de internet móvel que, para parte do público, é uma evolução na forma de se navegar pelo celular. Para outros, é uma desculpa que tenta justificar a inexistência do 4G no Brasil até hoje.

O 3G+, a grosso modo, pode ser visto como um "empurrãozinho" na velocidade de conexão. A tecnologia pode ofertar até 21 Mbps, contra os 7 Mbps do 3G tradicional. Apesar dos números, na prática não é possível sentir muita diferença na velocidade se comparado com o 3G - salvo a estabilidade de sinal, que em tese é bem maior. O Olhar Digital já publicou uma matéria relacionada ao 3G+, inclusive com informações das operadoras nacionais que já oferecem este tipo de sinal. Clique aqui para saber mais detalhes.

O 4G

O sinal 4G, que pode oferecer velocidade de até 100 Mbps em seu celular, ainda não está disponível no Brasil. E a razão é a morosidade da Agência Nacional de Telecomunicações (ANATEL). A ANATEL determina, através de leilão de radiofrequência, as faixas de conexão 4G disponíveis para uso pelas operadoras. Em tal leilão, quem "vence" deverá ofertar a conexão 4G, mas não em suas regiões de escolha e sim em uma área determinada pela ANATEL. Em outras palavras: uma operadora pode oferecer o 4G na região Sudeste, onde a incidência de smartphones é maior, mas também é obrigada a disponibilizá-la na região Norte, por exemplo - onde, teoricamente, não seria um bom mercado para a empresa graças ao vasto território e pouca densidade demográfica.

Durante a Campus Party, o Ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, disse que o edital para um novo leilão será publicado até o dia 16 de abril e terá um prazo de 30 dias. O leilão está previsto para acontecer em algum momento do mês de maio, ainda sem data definida. Nossa equipe também já publicou, em duas ocasiões, matérias relacionadas ao desenvolvimento da tecnologia 4G no Brasil e no mundo. Veja tais materiais aqui e aqui. 

A ANATEL já realizou audiências públicas e também com o setor privado para determinar cláusulas a constarem no edital. O leilão em si estava previsto para acontecer em algum momento de abril, mas as operadoras pressionaram pelo adiamento, sob justificativa de querer explorar mais o 3G, além de acreditarem ser difícil pagar pela licença de uso da faixa de frequência 2,5GHz - onde opera o 4G.

Para as operadoras, ainda existe um amplo investimento sendo feito no aproveitamento pleno do 3G no Brasil - e instituir o 4G agora seria exigir um valor que elas não estão dispostas a pagar. O foco delas, agora, é a instalação do 3G+, também chamado de HSPA+ - este, com o triplo de velocidade do 3G atual. O sinal 4G, em tese, é o que oferece a conexão mais rápida da internet móvel no momento: existe uma verdade nisso, mas é importante ressaltar que o nome "4G" serve para rotular diversas tecnologias de conexão móvel, como HSPA+ 21/42 (algo similar ao 3G+), WiMax e LTE - todos já presentes no Brasil, mas de forma menos expressiva.

Ainda não há informação exata de quando os leilões de frequência 4Gcomeçarão no Brasil, mas o site da ANATEL publica informaçõesconstantes quanto à abertura de editais sobre o assunto.

Olhar Digital

3 de mar. de 2012

Veja o que acontece a cada minuto nas redes sociais

O The Wall divulgou um infográfico com dados quantificados sobre o que acontece a cada 60 segundos nas  redes sociais Pinterest, Foursquare, Flickr, Tagged, LinkedIn, StumbleUpon, Twitter, Facebook e YouTube.
 
A média de publicação no Facebook, por exemplo, é de 700 mil mensagens por minuto. No Twitter são 175 mil em um minuto.
 
Veja: 
Fonte: AdNews

 

2 de mar. de 2012

Facebook cria comercial para divulgar a Timeline


Para mostrar ao mundo como as páginas do Facebook podem ficar melhores agora que contam com a Timeline, a equipe da rede social divulgou um comercial, na última quarta-feira, 29.

A peça usa um tom emocional a fim de aproximar o recurso, que é voltado para empresas, às pessoas. É a mesma tática adotada pelo Google na maioria de suas publicidades - o vídeo, inclusive, parece ter sido feito pelas mesmas pessoas que divulgam o Chrome.

O vídeo passa a ideia de como as marcas e personalidades crescem ao longo do tempo e qual é a participação do Facebook (com Timeline) nesse processo.


Redação Adnews

Samsung quer iniciar produção em massa de telas flexíveis ainda em 2012


A fabricação em massa de telas OLED flexíveis daSamsung deve começar ainda em 2012. Um representante da empresa afirmou que o plano da coreana é iniciar a produção das telas em suas fábricas ainda este ano, mas ainda não tem uma data certa para começar, segundo oSlashgear.
 
A empresa não divulgou quais são os dispositivos que devem ganhar modelos com telas flexíveis, mas a Samsung já mostrou protótipos de smartphones com elas, e tablets também devem ser beneficiados com a tecnologia.
 
No ano passado, a Samsung afirmou que o lançamento dos primeiros dispositivos com telas flexíveis estava previsto para 2012, mas a produção em massa ainda não começou, o que pode atrasar a entrega dos aparelhos.
 
Além da Samsung, a Nokia também tem planos de usar as telas flexíveis em seus dispositivos. No fim do ano passado a finlandesa mostrou o Human Form, um smartphone conceitual que pode ser torcido pelos usuários para realizar suas funções.

Facebook: "Um post comum no feed chega a apenas 16% dos seus amigos"


ão se decepcione se aquela tirinha do 9GAG que você compartilhou no Facebooknão ganhou muitos "Curtir". Segundo o diretor de marketing de produtos do Facebook, Brian Boland, qualquer postagem aleatória atinge um número máximo de 16% dos seus amigos. Esse número, segundo ele, vale para qualquer tipo de perfil: celebridades a usuários comuns, páginas de grandes marcas ou de pequenos blogs - todos possuem aproximadamente a mesma capacidade de alcance.

Conteúdos aparentemente irrelevantes, pontuais, como as tirinhas do 9GAG, parecem se proliferar, mas na verdade eles são apenas distribuídos e redistribuídos por perfis mais populares. Em outras palavras, os 16% de seguidores do 9GAG no Facebook são em maior número do que os 16% de amigos que você tem na sua rede.

Entretanto, mesmo diante disso, Boland diz ao TechCrunch que uma abrangência tão curta não é, em nada, ruim. Para ele, 16% de recebimento de uma mensagem ajuda a impedir que conteúdo irrelevante ganhe mais atenção do que merece: "Ao reduzir as chances de popularidade de posts de baixa relevância, damos uma chance para que fotos de casamentos, notícias e anúncios de emprego, por exemplo, tenham maior expressão". Bolando justifica o lançamento do "Reach Generator", noticiado aqui ontem, como uma ferramenta que dá às empresas e anunciantes a oportunidade de passar dessa média percentual.

Mídias sociais estão mudando hábito de alimentação, diz estudo


Um estudo chamado "Cliques e Desejos" examinou como as mídias sociais estão mudando a forma como comemos e chegou à conclusão que, mesmo que elas nos tirem da mesa de jantar para ficar na frente do computador, isso não é necessariamente algo ruim, segundo o Mashable.
 
De acordo com a pesquisa, 29% dos usuários de mídias sociais estão acessando alguma rede enquanto comem ou bebem algo em casa. Fora de casa, o número cai para 19%. Cerca de 32% dos usuários mandam mensagens ou acessam o Facebook, por exemplo, a partir de um dispositivo móvel durante uma refeição.
 
Os números são mais altos considerando o público mais jovem. Entre os usuários de 18 a 34 anos, o uso de Twitter, Facebook e mensagens SMS durante o almoço é de 47%.
 
Diferentemente do que muitos pensam, comer na frente do computador não é um indicativo de que a pessoa é antissocial. Muitos usuários de redes sociaisusam os serviços durante a refeição para falar com amigos e família, além de usar mídias sociais para saber tendências de restaurantes ou descobrir como ter uma alimentação mais saudável.
 
"Existe uma preocupação para se alimentar melhor", aforma David Feit, diretor de pesquisas do Hartman Group, responsável pelo estudo. "As pessoas que mais usam as mídias sociais estão antenadas com tendências na cultura da comida. Quanto mais amigos uma pessoa tem, mais ela saberá das tendências", afirmou.
 
49% dos entrevistados afirmam que aprendem sobre comida via redes sociais. Eles usam aplicativos de review de restaurantes, por exemplo, ou acessam blogs de comida.

26 de fev. de 2012

Em breve, sua reputação na internet pode valer mais que dinheiro!

Nos tempos atuais, quando tudo está relacionado à internet, fica difícil discernir qual é mais importante: a vida real ou a virtual. Por isso mesmo, uma nova espécie de "classe social" vem surgindo: a de pessoas influentes na internet. E algumas vezes, nesse novo universo, as pessoas são muito mais reconhecidas até mesmo do que na vida "real".
Mas, será que sua reputação online pode valer mais que sua condição monetária?. Para Paige Craig, investidor em mais de 50 empresas e co-fundador do Betterworks - uma plataforma de negócios online -, a resposta é "sim".
Em uma entrevista para o site Business Insider, ele diz que no mundo real você pode não ser ninguém influente ou importante, "mas, online, você pode ser um rei". Por causa dessa crença, Craig investiu no Klout, um serviço de medição de influência online. O americano, que hoje é milionário e influente na web, teve uma infância pobre. Por isso mesmo, acredita que o dinheiro não revela o real valor de cada um.

"A reputação se torna mais importante que sua conta no banco. Sua pontuação de créditos volta a ser como você paga suas contas. É uma métrica que une o mundo. E, quando chegarmos a um ponto onde temos uma moeda constante em torno da reputação, muito mais poderá ser realizado", explica.

Olhar Digital

Ubuntu para Android: seu smartphone transformado em um verdadeiro computador

Mark Shuttleworth, fundador da Canonical, empresa responsável pelo Ubuntu, confirmou nesta quarta-feira (22/02) em seu blog que vai lançar o Ubuntu for Android, uma versão do sistema operacional que permite conectar seu smartphone a um dock especial com saída USB e HDMI, além de um monitor. Assim, será possível utilizar o seu dispositivoAndroid como se fosse um desktop. Difícil entender? Então, assista ao vídeo abaixo.


O projeto é um dos mais interessantes envolvendo celulares inteligentes e a plataforma Android. A Canonical vai tirar proveito dos novos processadores multi-core que estão chegando no mundo móvel e, assim, transformar dispositivos Android em verdadeiros PCs capazes de navegar na internet, editar documentos, acessar e-mails, escutar músicas, assistir filmes e enviar SMS ou atender ligações como se estivéssemos usando um smartphone.

O Ubuntu for Android já virá com um pacote básico de programas (Thunderbird, Chrome, VLC Player, Google Docs e outros), mas você poderá instalar qualquer outro arquivo disponível para o sistema desde que haja espaço na memória no celular. Dessa forma, é como se você levasse seu computador para qualquer lugar, no seu bolso, e é justamente essa a proposta da Canonical ao desenvolver o programa. Isso se mostra interessante para empresas que podem se beneficiar desse conceito e cortar custos de equipamentos para funcionários, por exemplo.

Entre outras funções citadas no site do Ubuntu, você poderá também acessar ou editar o caléndário ou sua agenda de contatos, além de verificar seus perfis no Facebook, Twitter e outras redes sociais.

Para ser executado, o Ubuntu for Android vai exigir um smartphone com processador dual-core de 1GHz, 512MB de memória RAM, 2GB de armazenamento livre, saída HDMI e aceleração de vídeo. Na teoria, qualquer aparelho top de linha lançado em 2011 já se encaixa nesses requisitos.

A nova plataforma da Canonical ainda não está disponível para o público em geral. Mas vale lembrar que a empresa fará uma demonstração das novas ferramentas na Mobile World Congress 2012 (MWC), que começa na semana que vem, em Barcelona (Espanha).

Olhar Digital

Google deve lançar versão aquática do Google Maps

Uma versão aquática do Google Street View deve ser lançada em breve. Os usuários poderão “nadar” em volta da Grande Barreira de Coral, um dos patrimônios mundiais da Humanidade, que fica localizado na Austrália.
 
Pesquisadores e mergulhadores passaram meses tirando mais de 50 mil fotos de 360º graus para criarem o projeto chamado de “Catlin Seaview Survey”. Inicialmente as fotos poderão ser visualizadas somente no site da iniciativa e serão integradas ao Google Maps no futuro.
 
O âmbito do projeto é de registrar e revelar a composição dos corais, assim como conscientizar o usuário sobre as consequências que as mudanças climáticas e ambientais têm sobre os ecossistemas da região.
 
“O Catlin Seaview Survey é um conjunto de estudos que irá revelar ao público uma das últimas fronteiras na Terra: os oceanos”, afirmou Professor Ove Hoegh-Guldber da Universidade de Queensland.

As informações são do 
Daily Mail.

Redação Adnews

Twitter chega aos 500 milhões de usuários

Foi na tarde da última quarta-feira, 22, que, segundo estatísticas não oficiais, o Twitter atingiu a marca de 500 milhões de usuários. Os números vieram daTwopcharts, que também adiantou quando a rede de microblogs chegou aos 300 milhões.

O serviço diz que há 500.723.891 contas cadastradas, mas esse número tem subido a uma taxa de 12,3 por segundo.

Pouco tempo depois de divulgar a marca, a Twopcharts se propôs a prever quando a rede baterá na casa dos 600 milhões de cadastrados. Isso deve acontecer daqui a 103 dias, duas horas e 45 minutos.

DICA: Filmou de lado ou de cabeça para baixo? Veja aqui como arrumar.

Na empolgação de uma festa, de um show ou na pressa em filmar uma cena imperdível, você esqueceu o bom senso e usou o celular ou a câmera virada de qualquer jeito. Só na hora de ver o vídeo, você descobre que a imagem está virada de cabeça para baixo ou então na vertical. A solução? O bom e velho YouTube.
Por estarem um pouco escondidas, as funções de edição do YouTube são pouco usadas. Mas elas servem bem tanto para quem quer publicar seus vídeos na web quanto para quem apenas quer dar um tapa em uma filmagem caseira.
Para começar, faça login no YouTube com sua conta do Google e clique em Enviar Vídeos. Depois de publicar o conteúdo, clique sobre o seu nome de usuário no canto superior da tela e abra o item Gerenciador de Vídeos.
Aparecerá uma lista em que cada filme é mostrado ao lado de um botão Editar Vídeo. Clique sobre ele e já surgirão opções para cortar cenas e girar o vídeo.
Outra função bacana é o filtro que diminui as tremidas da câmera durante a filmagem (Estabilizar). Depois da edição, é possível deixar o vídeo disponível para a visualização pública ou então restringir o acesso do conteúdo apenas para o seu usuário.
Se a sua intenção é ter o arquivo do vídeo editado gravado no seu HD, leia aqui como baixar vídeos do YouTube
Fonte: Info Exame

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